14 de março de 2012

Professores de Colniza e outros do Brasil todo, entram em Recesso por Piso Salarial maior


 
Os professores das redes públicas estadual e municipal de todo o país realizam, entre esta quarta-feira (14) e a sexta-feira (16), uma jornada de paralisações para defender que os governos cumpram a lei que instituiu o piso salarial nacional para a categoria, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). De acordo com a CNTE, professores de 23 estados e do Distrito Federal aderiram à paralisação.
Segundo Roberto Leão, presidente da CNTE, um balanço inicial da mobilização indica que a maioria das redes estaduais e municipais tiveram as aulas suspensas.Neste ano, o Ministério da Educação reajustou o valor em 22,22%, para R$ 1.451. Os professores pedem ainda que o governo federal destine 10% do Produto Interno Bruto (PIB) à educação.
De acordo com o balanço inicial da entidade, apenas no Espírito Santo e no Rio Grande do Norte as aulas foram mantidas. O Rio de Janeiro não participa da mobilização porque, segundo a assessoria de imprensa da CNTE, nenhum sindicato do estado é filiado à entidade.
O balanço sobre o número de escolas que efetivamente suspenderam as aulas será divulgado na sexta-feira pela CNTE.
Três estados, além do Distrito Federal, também aderem ao movimento, mas já estão sem aulas por causa de greves por tempo indeterminado. O DF está em greve desde 12 de março, Goiás parou em 6 de fevereiro, Piauí em 27 de fevereiro e Rondônia em 23 de fevereiro. Em Curitiba, uma assembleia no dia 8 de março decretou greve na rede municipal a partir desta quarta-feira. Segundo a CNTE, na sexta-feira uma assembleia decidirá se a greve será mantida.


do G1

28 de fevereiro de 2012

Um novo ano! Nova Escola! Bem Vindo mais um Ano Letivo!

2012 começou a todo vapor na escola Vinícius de Moraes em Colniza-MT
E o Jornal vai mostrar fotos de Boas Vindas a mais um ano letivo:









20 de dezembro de 2011

O Jornal vai voltar!!

2011 foi um ano muito complicado para continuarmos com o projeto, mas agora em 2012 o nosso querido Jornal Vinícius de Moraes vai voltar com tudo, mais projetos, mais textos e tudo de bom vai voltar!!


Esperem!!

23 de agosto de 2011

Nossa Escola em destaque: Projeto Bullying não, Cultive a Paz, parou nas manchetes do Uol

Por uma cultura de paz

A professora e pedagoga Ana Luiza Iglesias, do Colégio Santa Emília, em Olinda (PE), já trabalha com a temática há quase cinco anos. "O interesse pelo bullying surgiu quando estava realizando a minha especialização em Literatura Infanto-Juvenil e tive a oportunidade de conhecer mais sobre o tema. Após algumas pesquisas, detectei que a prática ocorre em maior proporção a partir do 5º ano e decidi criar o projeto Bullying: uma história que precisa ter fim, para conscientizar e prevenir a prática", justifica. De lá para cá, a professora pernambucana envolveu um número cada vez maior de alunos. "A proposta é mostrar que eles podem ser agentes transformadores e conscientizar outras crianças a dizer não ao bullying", afirma Ana Luiza, que aposta em atividades culturais, como música, teatro e leitura para combater a agressividade.

Quem também abraçou a causa é a pedagoga Nozeli Camim Fernandes, da Escola Estadual Vinicius de Moraes, em Colniza (MT). A educadora desenvolveu o projeto Bullying Não, Cultive a Paz, com o objetivo de resgatar a solidariedade, o respeito e a compreensão entre os alunos. "A palavra bullying surgiu em uma reunião realizada com pais, alunos, coordenadores e professores. Na ocasião, alguns alunos se identificaram como vítimas de agressões repetitivas e sem motivo aparente. Além dos apelidos ofensivos, foram relatados roubos de materiais e a falta de respeito em sala de aula. Percebemos uma necessidade de trabalhar o tema a partir de um projeto específico e, em menos de quinze dias após a sua implantação, foi possível notar a diferença no comportamento e a repercussão em toda a escola", conta Nozeli.
O projeto da escola mato-grossense visou à valorização do ser humano e o resgate da autoestima. Além da leitura e da exibição de filmes para trabalhar a motivação, a escola realizou um fórum sobre bullying e promoveu a confecção de cartazes. "Todas as atividades procuravam sensibilizar os alunos e estimular a reflexão sobre comportamentos agressivos e discriminatórios, incentivando a boa convivência e o respeito às diferenças", afirma.
O Colégio Magister, em São Paulo (SP), prepara uma cartilha sobre o tema que será distribuída para funcionários, pais e alunos ainda em 2011. Atualmente, a instituição conta com o apoio de um documento, que traz orientações para a equipe proceder adequadamente nos casos de bullying. "Estabelecemos atribuições e responsabilidades para cada um dos funcionários da escola, com a atuação em quatro perspectivas: Identificação, Diagnóstico, Intervenção e Encaminhamento, que vão desde o olhar atento de professores em sala de aula até as medidas administrativas aos alunos envolvidos e seus familiares, prevendo incluive o encaminhamento para instituições externas competentes", diz a diretora da escola, Kátia Martinho. 

Leia a matéria toda aqui: revistaguiafundamental.uol.com.br